...Mas nós temos a mente de Cristo (1 Co 2:16)
Você tem mesmo a mente de Cristo?
Vê como Ele?
Ouve como
Ele?
Age como Ele?
Fala como Ele?
Julga como Ele?
Acredita no que Ele acredita?
Ensina o que Ele ensinou?
Trata as Escrituras como Ele tratou?
Ou você é mais uma “vaquinha de presépio” de um bispo,
apóstolo, pastor ou instituição religiosa?
Certa feita, ele perguntou aos que se dizem filhos de Deus:
Porque vocês não entendem a minha linguagem?
Ora, para entendermos a Sua linguagem, precisamos ter a sua
mente.
Mas, agora, surge uma nova pergunta: Como poderemos ter a
mente de Cristo?
Para isso, teremos que voltar ao tempo, mas precisamente à
época em que Ele esteve entre nós.
Para entendermos o porquê dos seus ensinamentos, deveremos
conhecer o contexto sócio-cultural-político-religioso-humano de sua época.
Deveremos conhecer os personagens que se encontraram com Ele
durante sua trajetória.
Quem era; como viviam; o que criam; como eram tratados; os
usos e costumes, forma de viver.
Deveremos entender como era formado o mundo à sua época.
Quem eram os Césares; quem eram os centuriões; qual era a
ideologia religiosa; a hierarquia; os grupos; os governadores.
Quem eram os gregos; os samaritanos; os siro-fenícios; os
zelotes; como eles eram tratados pelos judeus; os de Tiro e Sidom.
Como era Nazaré, Cafarnaum, Jerusalém na época de Cristo.
Enfim, tudo o que os pesquisadores, tanto bíblicos ou não,
descobriram para poder nos trazer luz ao contexto que Jesus estava inserido.
Depois desse apanhado todo, poderemos fazer a viagem de
volta ao tempo e vislumbrar o que Ele vislumbrava.
Somente depois disto, poderemos compreender, mais
profundamente, o radicalismo da mensagem de Cristo.
E, depois desta minuciosa pesquisa, termos condições para
contextualizar suas mensagens.
Suas mensagens servem para nós porque podemos trazê-las para
nossa realidade.
Fazendo assim, poderemos saber, sem medo de errar, quem são
os fariseus atuais, os saduceus, os escribas, os samaritanos, o Império opressor,
os gregos, os herodianos, os siro-fenícios, os romanos, os sumo-sacerdotes.
Enfim, somente assim poderemos compreender melhor e,
finalmente, poderemos ter a mente de Cristo.
Saber por que tais atitudes, tais palavras, tais gestos,
ações Dele.
Quer ter a mente de Cristo mano?
Sugiro que procure comprar livros sobre o contexto da época
Dele.
Não fique só na Bíblia não.
Pois se assim fizer, perderá a profundidade de suas mensagens.
Porque para entendermos o presente, precisamos conhecer o passado
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2 comentários:
Ed,
Acho que ainda não tenho a mente de Cristo, mas tenho certeza de que o Espírito de Cristo tem me ensinado isto, tem transformado minha mente.
Fazer esta viagem ao contexto histórico de Jesus é bastante interessante, porque a conclusão é a de que tá tudo igual, hoje. Afinal, o ser humano não mudou, desde Adão.
E o Espírito de Deus nos ensina todas as coisas, nos dando discernimento do bem que devemos reter e do mal, do qual devemos nos apartar. Isto vale pra todas as coisas, inclusive, nas leituras de diversos livros, que não a Bíblia, como você sugeriu. Assim, tudo colabora pra nossa edificação, ou seja, pra termos a mente de Cristo, desde que o amor seja a base de tudo. Ele era a base do pensamento de Jesus, também.
Abração, meu querido, e continue na Paz!
René mano, discordo de seu posicionamento. A coisa ta pior do que naquela época,rsrs, pois com a proximidade de sua vinda, a sociedade ta cada vez piorando, chegando a ser comparada ao tempo de Sodoma e Gomorra por Ele.
Sobre a viagem contextual, faz imprescindível ser feita, pois sem ela, as nomeclaturas ficam vagas, ficando o leitor não familiarizado com elas "boiando". Até porque, se precisamos aplicar nos nossos dias as verdades eternas, precisamos conhecer o contexto Dele.
No mais, to contigo,rsrs.
Beijo em seu coração mano.
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